Caso MC Poze expõe exaltação duvidosa de progressistas à cultura da favela

[RESUMO] Autor critica a reivindicação, por progressistas, de que o funk representa o Brasil real e expressa as experiências de um “povão” que vive nas bordas do mundo educado e cosmopolita. O elogio da marginalidade e da cultura vinculada a ela, argumenta, é acompanhada de uma aversão à educação formal, o que impede o acesso da população de baixa renda a formas mais sofisticadas de conhecimento e o exercício da cidadania.
Leia mais (07/05/2025 – 07h00)

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