Redes de empresas abertas legalmente estão sendo usadas por facções criminosas brasileiras para concorrer em licitações de serviços públicos e se infiltrar no Estado. O alerta é do promotor Lincoln Gakiya, do Ministério Público de São Paulo, que chama o fenômeno de “pejotização do crime organizado”.
Leia mais (05/26/2025 – 17h41)