Eu sempre desconfiei da tese de que a meninada de 11 a 17 anos extrai das redes sociais todos os nutrientes necessários para a produção de sua dose diária de angústia digital. O que foi se tornando claro com o tempo é que parte da azáfama é consequência do fato de que mais de 40% desses jovens consumem ou “são expostos” à pornografia -um gênero em que um homem dá um tapa na cara de uma mulher e ela invariavelmente diz: “Quero mais”.
Leia mais (06/01/2025 – 08h00)